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Funcionários da Starbucks entram em greve nos EUA em 75 lojas por conta de regra sobre uniforme

Funcionários da Starbucks entram em greve nos EUA em 75 lojas por conta de regra sobre uniforme


Após vídeo viral com críticas ao código de vestimenta, trabalhadores organizam paralisação nacional e pressionam por melhores condições de trabalho A polêmica em torno do novo código de vestimenta da Starbucks ganhou mais um capítulo nesta semana. Desde domingo (11/5), mais de 1 mil baristas em 75 lojas nos Estados Unidos entraram em greve em protesto contra a nova política de uniformes, a mesma que motivou um vídeo viral com críticas à empresa, publicado no TikTok no fim de abril.
A paralisação é organizada pelo sindicato Workers United, que representa parte dos colaboradores da rede. O movimento vai além da insatisfação com a roupa: trabalhadores denunciam sobrecarga de funções, salários baixos, falta de contratações e benefícios limitados.
“Não é só sobre a camisa preta ou a calça cáqui. É sobre uma cultura de trabalho que não ouve quem está atrás do balcão”, declarou um dos grevistas em nota publicada pelo sindicato.
A nova política de vestimenta, anunciada pela Starbucks no início de abril e implementada nesta segunda-feira (12), exige que funcionários usem camisetas ou camisas pretas combinadas com calças nas cores preto, cáqui ou azul-marinho. Duas camisetas com a logo da empresa foram distribuídas aos colaboradores.
Segundo a rede, o objetivo é reforçar o reconhecimento da marca e criar um visual mais familiar para os clientes. “O avental verde sempre foi parte do que nos torna únicos”, disse a empresa em comunicado. A companhia também afirmou que a greve teve impacto limitado entre suas mais de 10 mil lojas nos EUA.
A mobilização ganhou força após a publicação de um vídeo no TikTok, no fim de abril, em que funcionários de uma loja em Seattle criticam a nova política e relatam problemas na escala de trabalho. A gravação, que já passa de 2 milhões de visualizações, impulsionou o debate sobre condições de trabalho nas lojas da rede.
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Nos comentários da publicação, usuários se dividiram. Enquanto alguns apontaram que uniformes são comuns em ambientes corporativos, outros saíram em defesa dos trabalhadores. “Se fosse só pela roupa, não teria tanta gente insatisfeita”, escreveu uma usuária.
Esta não é a primeira vez que a Starbucks enfrenta tensões com seus funcionários. Nos últimos anos, a empresa viu crescer o movimento sindical entre seus colaboradores nos EUA, com mais de 400 lojas votando pela sindicalização desde 2021.
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