Wendy’s quer retornar ao Brasil após saída repentina — mas com nova estratégia
Rede encerrou as operações no Brasil em 2019 e agora vê mercado brasileiro como prioritário Pouco mais de cinco anos após fechar as lojas que tinha no Brasil, a rede de fast-food norte americana Wendy’s quer voltar. O Brasil é o mercado prioritário para a expansão internacional da rede, que enxerga potencial inicial para 800 lojas no país. As informações foram reveladas a PEGN e a empreendedores brasileiros que compõem uma delegação da Associação Brasileira de Franchising (ABF) na Multi-Unit Franchising Conference, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Atualmente, a Wendy’s tem cerca de 7,2 mil restaurantes no mundo, sendo 6,1 mil nos Estados Unidos, e estuda novos mercados internacionais. O Brasil é prioridade na expansão. A empresa do hambúrguer quadrado vê uma oportunidade de se apresentar como uma alternativa a fast-foods já consolidados no país, como McDonald’s e Burger King. No momento, está em busca de parceiros comerciais para realizar a expansão local.
Dessa vez, porém, o Wendy’s quer fazer diferente: a primeira incursão no mercado brasileiro, iniciada em 2016 com um investimento de R$ 10 milhões, envolveu lojas de grande metragem em pontos valorizados. Executivos falaram em “alto investimento e custo elevado de mão de obra”. Um dos restaurantes, por exemplo, ocupava 700 metros quadrados no Itaim Bibi, em São Paulo. Agora, a empres pretende retornar com um modelo de negócios mais ajustado à realidade do país e da marca.
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Em janeiro de 2020, a empresa confirmou o encerramento das operações, e se comprometendo a “aumentar a marca da maneira certa na região no futuro”.
O Wendy’s foi fundado em 1969 por Dave Thomas, que batizou a empresa em homenagem a uma de suas filhas, Melinda Lou Thomas, que tinha o apelido Wendy quando era criança. Wendy Thomas, como é conhecida, ainda está na empresa.
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