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Varejista exige que funcionários corporativos trabalhem em lojas para melhorar atendimento

Varejista exige que funcionários corporativos trabalhem em lojas para melhorar atendimento


Segundo o CEO da empresa, os funcionários devem completar quatro turnos de oito horas por ano A partir do quarto trimestre deste ano, os funcionários corporativos da Home Depot, uma rede varejista norte-americana que vende produtos de construção, serão obrigados a trabalhar em uma de suas lojas por um dia a cada 3 meses, completando turnos de 8 horas. A medida, segundo a empresa, visa proporcionar uma melhor compreensão das operações de atendimento ao cliente e dos desafios enfrentados pelos vendedores da linha de frente.
“É essencial que todos nós passemos tempo nos corredores, interagindo diretamente com os clientes e compreendendo as oportunidades e desafios únicos que nossos funcionários enfrentam diariamente”, afirmou um porta-voz da Home Depot ao Business Insider.
A iniciativa retoma um programa de longa data que foi suspenso durante a pandemia por motivos de segurança e desafios operacionais.
Agora, de acordo com uma nota do CEO da empresa, Ted Decker, os funcionários devem completar quatro turnos de oito horas por ano. A política é vista como uma oportunidade para alinhar as equipes corporativas com a realidade das lojas, permitindo que áreas como desenvolvimento de software e gestão estratégica se conectem diretamente com a experiência dos consumidores.
A reação dos colaboradores foi positiva, aponta o Business Insider. Especialmente entre os desenvolvedores de software da empresa, a mudança foi elogiada por permitir que programadores tenham uma visão mais próxima de como os clientes utilizam os aplicativos e sistemas que eles projetam.
A estratégia de aproximar a liderança do trabalho prático em campo não é exclusiva da Home Depot. Em 2023, o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, também adotou uma abordagem similar, trabalhando como motorista da empresa para compreender melhor a experiência dos condutores. “Isso me mostrou que estávamos muito focados no produto para passageiros, mas não no de motoristas, porque poucos de nós realmente dirigiam”, disse Khosrowshahi em uma conferência organizada pela General Electric.
Os especialistas apontam que a imersão no atendimento reforça a busca por melhorias internas nas grandes corporações e revela a importância de um contato mais próximo entre os líderes e os consumidores finais.
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