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Naira Ávila, mãe de João Guilherme, já teve negócio com Pe Lu e empreende com rede de estética; conheça

Naira Ávila, mãe de João Guilherme, já teve negócio com Pe Lu e empreende com rede de estética; conheça


Empresária conta que abriu negócio por necessidade e, apesar da fama na família, prefere construir sua própria imagem A empresária Naira Ávila é cercada pela fama. É irmã do músico Pe Lu, ex-integrante da banda Restart, e mãe do ator João Guilherme, fruto de um relacionamento com o cantor Leonardo. Porém, ela diz que prefere criar a sua própria imagem – e a de sua marca. Desde 2017, comanda a rede de clínicas de estética Estúdio Mais. O negócio tem 16 unidades, que atendem cerca de 12 mil pessoas por mês, e também mantém um braço social, o Instituto Estúdio Mais. Agora, a empreendedora avalia como próximo passo a expansão por franquias.
A rede, que também tem como sócio seu marido, Danilo Tuffi, oferece serviços de estética facial e corporal nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Guarulhos, Santo André, Barueri, Taboão da Serra e Jundiaí. Apesar de contar com rostos conhecidos na família, Ávila diz que optou por não depender deles para a divulgação do negócio.
“A participação deles poderia ser algo grande em um prazo curto, mas eles não são o meu público. 95% dos atendimentos são feitos para mulheres. Prefiro construir a imagem da marca para que ela converse diretamente com as mulheres e se mantenha a longo prazo”, argumenta a empresária.
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Naira Ávila entrou no showbusiness como dançarina do grupo de axé Raça Pura no começo dos anos 2000. Nessa época, conheceu o cantor Leonardo, com quem teve João Guilherme, em 2002. Cerca de 11 anos depois, em 2013, decidiu abrir um negócio com o irmão, Pe Lu. A empresária lembra que empreendeu por necessidade.
“A primeira necessidade foi o dinheiro. Eu era uma mãe solo, com uma graduação em jornalismo, mas sem nunca ter exercido a profissão. Eu mesma não sabia o que eu sabia fazer. Então percebi a oportunidade em minha própria dificuldade em encontrar profissionais especializadas em sobrancelhas. Juntos, eu e Pe Lu decidimos abrir nosso próprio negócio”, explica.
Juntos, os dois abriram a rede de estética Estúdio da Sobrancelha. A empresária conta que aprendeu a gerenciar o negócio no dia a dia, ao se envolver com cada etapa do empreendimento. Ávila tem formação em jornalismo, mas nunca exerceu a profissão. Sem experiência em administração, ela diz ter se guiado pela intuição.
Em 2015, a rede chegou a ter 80 unidades, entre próprias e franqueadas. Ela diz que o negócio se destacou pela disseminação da técnica de micropigmentação de sobrancelhas. Porém, também teve dificuldades: os produtos utilizados ainda eram pouco disseminados no mercado nacional, e havia poucos profissionais capacitados. A demanda por colaboradores foi o que gerou, posteriormente, criação do Instituto Estúdio Mais.
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Em 2016, diante da alta competitividade do nicho e dos desafios financeiros da empresa, a empreendedora decidiu vendeu a marca, que se mantém no negócio até hoje, sob outra gestão. Ainda de olho no setor de estética, mas interessada em expandir a gama de serviços, ela fundou o Estúdio Mais no ano seguinte, ao lado de Tuffi.
“Sempre penso no ‘qual é o novo?’. O que as pessoas estão buscando? Porque o propósito do negócio é disponibilizar serviços para as mulheres, principalmente procedimentos estéticos antes restritos a um público bem nichado. O objetivo é fornecer acesso a todos”, argumenta Ávila.
A menina dos olhos de Naira Ávila, mãe de dois meninos, é o Instituto Estúdio Mais. A frente social do negócio oferece capacitações em micropigmentação, graduação e técnico de estética facial para mulheres de regiões periféricas e em vulnerabilidade social. A empreendedora estima que cerca de 3,5 mil alunas foram formadas pelo Instituto. “As mulheres têm de ser livres. Ter o seu próprio dinheiro dá autonomia e o Instituto trabalha com esse propósito”, justifica.
Agora, Ávila avalia planos de franquear o negócio. Das 16 unidades atuais, oito passaram a ser geridas por pessoas já inseridas no negócio, como uma forma de testar a operação. A decisão sobre uma eventual formatação do negócio para o franchising será tomada no final de 2024.
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