Jovem do Piauí faz renda extra com tapete de crochê que vira buquê de flores e viraliza nas redes

Ana Heloísa Almeida de Moraes, de 18 anos, trabalha com o crochê como trabalho paralelo. Produto custa R$ 130 e leva até três dias para ser confeccionado Tapete ou buquê de rosas? Um vídeo de uma peça de crochê que pode ser apresentada das duas maneiras chamou atenção nas redes sociais. Publicado no TikTok no dia 13 de abril, o registro mostra o trabalho de Ana Heloísa Almeida de Moraes, de 18 anos, que trabalha com o crochê como fonte de renda extra. A publicação conta com mais de 915 mil visualizações.
Natural de Uruçuí, no Piauí, Moraes afirma que decidiu produzir a primeira peça do chamado “tapete buquê” após receber uma encomenda de uma cliente. “Eu já tinha visto alguns vídeos e achei lindo. No entanto, recebi uma encomenda dele, e a moça me perguntou se eu fazia; até então, eu só fazia tapetes e sousplats (acessório decorativo que se coloca sob o prato principal), mas aceitei o desafio”, diz Moraes.
De acordo com a jovem, a primeira encomenda da peça foi entregue este mês e, com a repercussão do vídeo, pessoas de diferentes regiões do Brasil estão entrando em contato. “Até então, eu só recebia encomendas na minha cidade, mas, depois disso, eu fui me adaptando e expandindo as entregas”, aponta. Cada peça é vendida por R$ 130, além do valor do frete, e leva até três dias para ser produzida. O contato com os clientes é feito pelas redes sociais.
Nos comentários da publicação que viralizou, usuários elogiaram o trabalho e brincaram com a versatilidade da peça. “Mas é nunca que eu colocaria no chão”, disse uma pessoa. Outros internautas ainda pediram por um tutorial do produto. Em resposta, Moraes publicou um passo a passo dividido em quatro vídeos que, ao todo, somam mais de 35,3 mil visualizações no TikTok.
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A jovem empreende com o crochê desde fevereiro deste ano, quando, incentivada pela família, decidiu transformar o hobby em uma fonte de renda. Moraes, que trabalha como jovem aprendiz na área de administração e é estudante de Engenharia Agronômica, também produz outros tipos de tapetes em crochê, além de sousplat, chaveiros e bolsas.
Este mês, Moraes afirma que já recebeu seis encomendas, o que representa um avanço em relação aos primeiros meses do ano. “Minha expectativa é que esse número continue crescendo ao longo do ano com as estratégias que venho aplicando para fortalecer a Helô Crochê, e agora também com a repercussão do tapete buquê”, diz a jovem que afirma que, apesar de atuar de modo informal por enquanto, ainda planeja ter um ateliê dedicado ao negócio.
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