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Funcionária da Geração Z diz que melhorou trabalho após tirar ‘microaposentadorias’ para visitar 30 países

Funcionária da Geração Z diz que melhorou trabalho após tirar ‘microaposentadorias’ para visitar 30 países


Em três anos, Lauren Kirby conheceu locais como Portugal, México e Estados Unidos, e morou por seis meses na Austrália Aos 21 anos, Lauren Kirby, que trabalha em creches no Reino Unido, é uma adepta ao conceito de “microaposentadorias” para viajar pelo mundo. Em três anos, a jovem da Geração Z economizou US$ 12.500 (R$ 72 mil) e visitou 30 países, incluindo Portugal, México e Estados Unidos, e ainda morou por seis meses na Austrália em 2024. Ela afirma que as experiências aprimoraram suas habilidades profissionais, incorporando práticas culturais ao cuidado infantil, e também a transformaram pessoalmente, tornando-a mais confiante e segura de si.
“Quando você entra em uma microaposentadoria pela primeira vez, isso literalmente muda sua vida”, diz Kirby, que nasceu na Inglaterra. “É muito bom que as gerações mais velhas viajem quando chegam à idade de aposentadoria — mas, embora pareça muito mórbido, você nunca sabe se vai chegar lá.”
Segundo informações da SWNS publicadas no NY Post, a jovem diz que era tímida demais até para pedir sua própria comida quando tinha 16 anos. Aos 18, Lauren Kirby viu uma vaga no TikTok para trabalhar por três meses na Grécia, como representante de cuidados infantis. A agência de viagens TUI cobriu suas despesas e pagou US$ 988 (R$ 5,7 mil ) por mês. A jovem economizou o dinheiro e viajou para Portugal, Finlândia e México.
Em 2023, conseguiu um emprego de meio período em uma creche em Kent e usou feriados e férias para visitar mais 26 países. Em março de 2024, voou para a Austrália, onde ficou até setembro, financiando a viagem com US$ 5 mil (R$ 29 mil) que economizou. “Trabalhei os primeiros cinco meses em um resort e depois passei um mês viajando.”
A jovem diz que se inspirou a se aposentar regularmente depois de ver que a pandemia do coronavírus fechou fronteiras — impedindo as viagens. “Tive muita sorte de não perder ninguém durante a [pandemia de] covid-19. Mas naquela situação, isso abriu meus olhos para o quão rápido as coisas podem mudar, num piscar de olhos.”
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Kirby afirma que suas viagens enriqueceram seu trabalho nas creches no Reino Unido, trazendo influências culturais para o cuidado infantil. Na Austrália, aprendeu a levar crianças para caminhadas diárias de 30 minutos, independentemente do clima, e agora aplica essa prática em seu trabalho. Também incentiva idas matinais à praia para um começo de dia mais positivo. Segundo ela, apesar da tendência britânica de evitar saídas devido à chuva, o contato com a natureza melhora o bem-estar das crianças.
As viagens de Lauren a tornaram uma “pessoa mais completa”, ela diz — e mais confiante. “Há muito mais conhecimento agora sobre se mudar para o exterior, temporariamente, para trabalhar — e as gerações mais jovens estão aproveitando isso.”
“Nunca pensei que seria alguém capaz de viver sozinha do outro lado do mundo.”

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