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Expo Favela Innovation 2024 discute redes sociais e produção de conteúdo no empreendedorismo

Expo Favela Innovation 2024 discute redes sociais e produção de conteúdo no empreendedorismo


Especialistas e empreendedores discutiram como as redes sociais e o universo digital podem impulsionar e catalisar o crescimento de negócios periféricos Porta de entrada para muitos negócios, as redes sociais se tornaram um elemento fundamental para criação e construção de marcas. E isso não se restringe apenas a quem tem grandes orçamentos: pequenos negócios periféricos que conseguem extrair o melhor das ferramentas, seja com divulgação de produtos e serviços ou criação de conteúdo, também conquistam o seu lugar no algoritmo e no bolso do consumidor. Essa foi a temática da Expo Favela Innovation Brasil 2024, evento realizado pela Favela Holding em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa), que acontece em São Paulo até o próximo dia 8 de dezembro.
Na visão de Ana Fontes, CEO e fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME), mulheres negras e periféricas são as que mais podem aproveitar o potencial das redes para empreender e divulgar seus negócios. A especialista participou de um dos paineis do evento nesta sexta-feira (6/12) e conversou com Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
De acordo com ela, as mídias sociais se tornam uma das formas mais acessíveis e imediatas de se iniciar um negócio. Nesse contexto, utilizar as ferramentas não é apenas crucial para a manutenção de uma pequena empresa, mas também para o início da jornada empreendedora, pois elas se configuram como um “canal de venda acessível”.
“É fundamental que as empreendedoras invistam em uma presença digital sólida, com boas fotos e conteúdos que não se restrinjam apenas ao produto, mas também abordem o universo que envolve toda a estrutura do negócio”, orienta.
Ana Fontes 57 anos, é fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME). Publicitária de formação, cursou pós-graduação em marketing pela ESPM e relações internacionais pela USP, tendo atuado por quase duas décadas no mercado corporativo, antes de ingressar no terceiro setor. Atualmente, ocupa a vice-presidência do Conselho do Pacto Global da ONU Brasil e integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável do governo federal
PC Pereira
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Além do uso das mídias sociais como canal de venda, o evento explorou as oportunidades que existem em relação a criação de conteúdo. Para Aldine Paiva, head de influência na Digital Favela, criar conteúdo na internet é dar uma personalidade a um CNPJ, e isso é mais do que uma carreira. Seja um produtor de conteúdo digital periférico ou um empreendedor, ele destaca que o caminho mais eficaz para lançar sua marca no mundo é se inspirar nos conteúdos orgânicos com maior engajamento e impulsioná-los.
A avaliação de Renata Galiotti, Global Partnerships e Content da Meta, empresa que detém o Facebook, Instagram e WhatsApp, é que ainda “há muito espaço” para crescimento, e que pequenos negócios periféricos precisam estar nas redes sociais para serem vistos, uma vez que a comunidade local busca por produtos e serviços na vizinhança.
“Conectar influenciadores com marcas, tanto dentro quanto fora da comunidade, gera maior rentabilidade. Há, sim, muito espaço para crescimento, e o Brasil reflete esse comportamento de consumo em expansão”, diz Galiotti.
Paiva e Galiotti participaram do painel “Economia Criativa e Empreendedorismo” ao lado do produtor de conteúdo digital Brian Santos, do publicitário Guilherme Reggiani e do jornalista Rene Silva, criador do Voz das Comunidades.
A principal dica dos painelistas foi criar produtos que se alinhem com a realidade do negócio e com a identidade do público-alvo. Para as empresas que têm condições de contratar influenciadores digitais, a recomendação é tornar a comunicação mais dinâmica, permitindo que o criador de conteúdo periférico propague a informação de forma autêntica, com foco em engajar sua comunidade.
Além disso, é fundamental manter constância e cadência nas redes sociais, adaptando-as ao seu estilo de vida e ao seu público. A constância, quando personalizada, cria uma conexão mais forte e engajada com a audiência, seja ela cliente ou público final.
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