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Endeavor vai lançar fundo de US$ 300 milhões para investir em startups

Endeavor vai lançar fundo de US$ 300 milhões para investir em startups


Capital do quinto fundo Endeavor Catalyst será direcionado para empresas que integram a rede, com cheques entre US$ 500 mil e US$ 10 milhões A Endeavor deu início ao que considera o terceiro capítulo da sua história, com foco no efeito multiplicador de sua rede. Em evento realizado nesta quarta-feira (22/1) em São Paulo, com a presença de Anderson Thees, o novo diretor-geral no Brasil, e Linda Rottenberg, CEO e cofundadora da Endeavor, novidades foram anunciadas, como o lançamento do quinto fundo Endeavor Catalyst – em fase de captação de US$ 300 milhões.
Com mais de US$ 540 milhões em ativos sob gerência – em 10 anos, a organização estima superar a marca de US$ 1 bilhão –, o Endeavor Catalyst já realizou mais de 330 investimentos em mais de 30 países. Entre as investidas brasileiras estão VTEX, Loft, QI Tech, Hotmart, Neon, Olist e MadeiraMadeira.
Segundo a organização, essa é uma forma de tornar a Endeavor financeiramente sustentável. David Vélez, cofundador do Nubank, é um dos investidores do Catalyst. “Temos muito orgulho dos 80 unicórnios da rede da Endeavor. Nós acreditamos que existirão os decacórnios [empresas avaliadas em mais de US$ 10 bilhões] brasileiros”, afirmou Rottenberg.
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Em 2024, o fundo fez 29 coinvestimentos em empreendedores da rede Endeavor. A organização não revelou o tamanho do quinto fundo, mas informou que os investimentos podem variar entre US$ 500 mil e US$ 10 milhões.
A Endeavor opera em mais de 45 países e sua rede conta com 2.600 empreendedores selecionados. As empresas que eles lideram geram, anualmente, uma receita de US$ 67 bilhões.
A organização também anunciou que pretende ampliar o poder multiplicador da sua rede. Um dos projetos é o EndeavorNext, que prevê auxiliar empreendedores depois do exit seja qual caminho escolherem: fundar uma nova empresa, investir em outras startups ou tornar-se mentor.
O primeiro piloto do projeto vai abordar três trilhas: exploração, para dar apoio na construção do próximo capítulo; stealth, para aqueles que querem empreender novamente, para testes de forma mais sigilosa antes de um lançamento oficial; e Founder2Funder, para quem deseja investir estrategicamente na próxima geração de empreendedores.
Thees, que assumiu o cargo no fim de 2024 após a saída de Camilla Junqueira, falou sobre os próximos passos para a operação brasileira da Endeavor. “Precisamos aprender como ir além de onde estamos hoje. Já temos grandes startups, algumas internacionais. Temos de encontrar formas de apoiar o ecossistema e os empreendedores para que fiquem ainda maiores e globais”, pontuou.
Ele destacou a importância de dar mais atenção para as startups bootstrap, que se financiam com o próprio caixa, e de dar mais espaço para mulheres, citando as irmãs cofundadoras da Pismo, fintech vendida por US$ 1 bilhão em 2023 para a Visa.
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