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‘Ele cumpriu sua missão’, diz Alexandre Birman sobre saída do fundador da Reserva

‘Ele cumpriu sua missão’, diz Alexandre Birman sobre saída do fundador da Reserva


A Azzas 2145, fruto da fusão entre Arezzo e Grupo Soma, anunciou a saída de Rony Meisler no final de agosto. É a primeira vez que o CEO fala sobre o assunto Alexandre Birman, CEO do grupo Azzas 2145, fruto da fusão entre a Arezzo e Grupo Soma, afirmou nesta terça-feira (17/9) que Rony Meisler, CEO e cofundador da AR&Co, grupo que tem como principal marca a Reserva, cumpriu sua missão, e teve “um papel superimportante” no grupo. Essa é a primeira vez que o CEO comenta sobre a saída de Meisler, que foi anunciada no fim de agosto.
“Eu tenho um carinho e admiração enormes pelo Rony, um agradecimento por tudo que ele fez, o legado que ele ajudou a construir dentro do grupo. Foi a primeira aquisição real da Arezzo&Co e nos ajudou a mostrar o nosso modelo de gestão do ciclo da moda, e com uma execução, um trabalho muito bem-feitos por ele”, afirmou Birman para a imprensa durante o evento Latam Retail Show, que acontece nesta semana em São Paulo.
Meisler deixará o seu posto no fim deste ano e será substituído por Ruy Kameyama, ex-CEO da rede de shopping centers BR Malls. De acordo com Birman, Meisler foi essencial para implementar na Reserva a metodologia de gestão de ciclo de negócios de moda, que seu pai criou há mais de 50 anos. Ele ainda acrescentou que Meisler colocou a empresa em um patamar que possibilitou a antiga Arezzo&Co a “dar voos mais altos, ir para frente e conseguir mais empresas para ser parte do seu atual portfólio”.
“Ele cumpriu sua missão, [teve] um papel superimportante e uma trajetória que vai ser sempre lembrada com muita alegria e reconhecimento do que ele construiu”, acrescentou o CEO.
Marcos Gouvêa, fundador da Gouvêa Ecosystem, e Alexandre Birman no palco do Latam Retail Show, em São Paulo
Bianca Guilherme / PEGN
Birman destacou que hoje não tem “nenhuma preocupação” com os fundadores e líderes das outras marcas do grupo. Segundo o empresário, o objetivo da Azzas 2154 agora é formar líderes e um coletivo de pessoas que “ao longo da trajetória vão levar a empresa rumo a 2154”.
“A empresa tem que ser soberana, as marcas, as pessoas, os processos têm que ser soberanos a indivíduos. O dia que uma empresa de R$ 13,5 bilhões depender de algum CPF, realmente é motivo de muita preocupação”, disse o empresário.
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A Reserva foi adquirida pela Arezzo&Co em 2020 e vinha focando em aumentar o seu número de franquias. Segundo Birman, mesmo com a mudança no comando, o grupo seguirá apostando no modelo.
“A gente acredita muito na capitalidade que o Brasil tem. Cada estado, cada região tem a sua customização, então o operador local faz todo o sentido. Acreditamos muito no sistema de franchising para um país como o Brasil”, acrescenta o CEO.
Atualmente, a Reserva tem 92 unidades, sendo 37 comandadas por franqueados, fora os 18 contratos que já estão fechados e que devem abrir ainda este ano. Em junho, antes de finalizar a fusão, o então grupo Arezzo&Co contava com 842 franquias no Brasil e 6 no exterior, além de 212 lojas próprias no Brasil e 4 no exterior. Hoje, após a fusão, o franchising corresponde a mais de 30% da receita do grupo Azzas 2145.
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