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Desemprego em 2024 foi o menor já registrado em 14 estados brasileiros, taxa fica abaixo de 3% em alguns; veja lista

Desemprego em 2024 foi o menor já registrado em 14 estados brasileiros, taxa fica abaixo de 3% em alguns; veja lista


Desocupação de longa duração atinge o menor nível desde 2015. No quarto trimestre de 2024, apenas Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná têm queda na taxa A economia aquecida fez o desemprego alcançar o menor nível já registrado em 14 estados brasileiros em toda a série histórica. A taxa chegou a ficar abaixo de 3% em algumas regiões. Esse desempenho também se refletiu na redução da desocupação de longa duração. Ao todo, 1,4 milhão de brasileiros buscavam emprego há dois anos ou mais no ano passado – o menor contingente desde 2015, quando havia 1,6 milhão de pessoas.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira.
Na média nacional, o desemprego foi de 6,6% em 2024, uma queda de 1,2 ponto percentual em relação a 2023. Na comparação estadual, os destaques foram Mato Grosso (2,6%) e Santa Catarina (2,9%), que lideram com os índices mais baixos. (Veja lista abaixo)
Os 14 estados com desemprego em mínima histórica em 2024:
Mato Grosso (2,6%)
Santa Catarina (2,9%)
Espírito Santo (3,9%)
Mato Grosso do Sul (3,9%)
Minas Gerais (5,0%)
Tocantins (5,5%)
São Paulo (6,2%)
Acre (6,4%)
Ceará (7,0%)
Maranhão (7,1%)
Alagoas (7,6%)
Amapá (8,3%)
Amazonas (8,4%)
Rio Grande do Norte (8,5%)
Os resultados refletem a diversificação da expansão da ocupação ocorrida em diversas atividades econômicas, diz Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE.
Os números mostram que a expansão do emprego foi disseminada, já que aconteceu em diversas atividades econômicas, diz Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE:
— Como comércio, indústria, transporte e logística e construção ao longo de 2024.
Desaceleração do emprego no 4º tri
O desemprego alcançou mínimas históricas no ano passado, mas o ritmo de queda desacelerou no quarto trimestre. O índice ficou estável em 24 das 27 unidades da federação. Houve redução apenas no Rio Grande do Sul (de 5,1% para 4,5%), Minas Gerais (5,0% para 4,3%) e Paraná (4,0% para 3,3%).
Em termos de indicador, o desemprego no quarto trimestre foi mais alto em Pernambuco (10,2%), Bahia (9,9%) e Distrito Federal (9,1%). Só o Distrito Federal e o Rio de Janeiro (8,2%) escapam das regiões Norte e Nordeste na lista dos 16 estados com taxa acima da média nacional, de 6,2%.
Já as menores taxas ficaram com Mato Grosso (2,5%), Santa Catarina (2,7%) e Rondônia (2,8%).
A Região Sul foi a única a registrar aumento no rendimento no quarto trimestre. O valor médio passou de R$ 3.611 para R$ 3.704, enquanto as demais permaneceram estáveis.
Desigualdade de gênero e raça
Os números da Pnad mostram que as desigualdades de gênero e raça persistem no mercado de trabalho. A taxa de desocupação foi de 5,1% para os homens e 7,6% para as mulheres no quarto trimestre.
A desigualdade também aparece quando analisada por cor ou raça. O índice de desemprego foi 4,9% entre os brancos – abaixo da média nacional -, enquanto para os pretos (7,5%) e pardos (7%) ficou acima dessa média.
O desemprego foi maior para pessoas com ensino médio incompleto (10,3%). Para quem possui nível superior incompleto, a taxa ficou em 6,6% no mesmo período, o dobro da registrada entre aqueles com nível superior completo (3,3%).
Pnad x Caged
A Pnad traz informações sobre trabalhadores formais e informais. Divulgada mensalmente, a pesquisa traz dados do trimestre. A coleta de dados é feita em 210 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios em todo o país.
Outra pesquisa é a do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Esta só traz informações sobre trabalho com carteira assinada, com base no que as empresas informam ao ministério.

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