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Depois de largar carreira corporativa, empreendedora fatura R$ 28 milhões em 5 anos com e-commerce de semijoias

Depois de largar carreira corporativa, empreendedora fatura R$ 28 milhões em 5 anos com e-commerce de semijoias


Com um investimento inicial de R$ 3 mil, que veio do seu 13º, ela criou o site da CUFF em 2019 Após seis anos trabalhando no setor corporativo de tecnologia e agroquímico, Brenda Piccirillo, 31 anos, trocou a estabilidade de seu emprego para investir em um negócio próprio. Em 2019, com o dinheiro do 13º salário, ela criou a CUFF, um e-commerce de semijoias que em cinco anos faturou R$ 28 milhões e planeja fechar 2025 com uma receita de R$ 12 milhões.
Natural de Londrina (PR) e formada em Administração, Piccirillo começou, em 2013, a revender semijoias de uma tia em uma mala de mão, buscando juntar dinheiro para um intercâmbio.
Por seis anos, ela se dividia entre os dois empregos, até que, após uma viagem de negócios para o exterior, decidiu que queria focar 100% em sua marca. “A ideia inicial era trabalhar com investimentos e banco, mas comecei a vender semijoias e percebi que eu estava feliz fazendo isso. Uma amiga até me questionou se eu largaria tudo para vender brinco, mas eu me preparei, juntei dinheiro e em pouco tempo, já estava ganhando mais que meu salário”, conta Piccirillo.
Com um investimento inicial de R$ 3 mil, ela criou o site da CUFF em 2019 e começou a vender online. A empreendedora afirma que a escolha pelo e-commerce foi estratégica, pois permitia que ela escalasse o negócio sem depender de revendedoras ou de um espaço físico.
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Piccirillo começou com peças consignadas e com estoque limitado, de apenas um item de cada modelo. Logo percebeu que precisava ter controle sobre a produção e a qualidade das peças, e diversificar o portfólio. Assim, começou a produzir 90% das semijoias com uma fábrica parceira de São Paulo (SP) — hoje, a marca produz, mensalmente, cerca de 10 mil peças.
Com uma taxa de recorrência de clientes de 37%, a CUFF oferece cerca de 400 SKUs (sigla para Stock Keeping Unit, que em português significa Unidade de Manutenção de Estoque), todos exclusivos. Para a criação, a empreendedora diz que se inspira em conteúdos de moda, maquiagem e no que é tendência fora do Brasil.
A marca não só foca no público feminino, como também tem uma equipe composta 100% por mulheres. Atualmente, o quadro de colaboradores da CUFF é constituído por 25 mulheres que trabalham presencialmente em Londrina.
A equipe é composta 100% por mulheres
Divulgação
“Eu acho incrível ver o poder que uma empresa tem de realmente criar oportunidade e mudar a vida de pessoas. Muitas meninas que trabalham aqui eram clientes minhas, então já tinham uma conexão com a marca e elas cavaram esse espacinho aqui dentro”, diz Piccirillo. “A mulher tem uma potência muito grande de mudar as coisas”, acrescenta.
A marca vende para todo o Brasil, principalmente para São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília, Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR) e pretende seguir investindo nas capitais.
Para a empreendedora, a CUFF se destaca pela qualidade das peças, pelo atendimento personalizado e pela comunicação autêntica. Nos últimos cinco anos, a marca atingiu R$ 28 milhões em receitas. Em 2024, superou a marca de 100 mil peças vendidas. A expectativa é fechar 2025 com um faturamento de R$ 12 milhões, um crescimento de 20%.
Em relação ao futuro, a CUFF mantém uma estratégia focada no e-commerce e busca se aproximar do cliente, com experiências e collabs com outras empresas.
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