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As 6 histórias de mulheres empreendedoras mais lidas de 2024

As 6 histórias de mulheres empreendedoras mais lidas de 2024


Neste ano, Pequenas Empresas & Grandes Negócios retratou as histórias de diversas empreendedoras de sucesso. Veja as mais lidas Em 2024, Pequenas Empresas & Grandes Negócios compartilhou e celebrou diversas histórias inspiradoras de empreendedoras de todo o Brasil. Destacaram-se modelos de negócios criativos, muitos deles desenvolvidos a partir de hobbies ou de uma perspectiva ancestral.
Além disso, setores como beleza, moda, alimentação e artesanato também figuram como alguns dos principais campos de atuação das histórias mais populares de 2024.
Confira a seguir as matérias mais lidas deste ano sobre mulheres empreendedoras:
1. Maria Zontes
A paraense de Belém, Maria Zontes, de 22 anos, começou a confeccionar livros como um hobby, criando obras artísticas nas capas dos livros literários. No entanto, após divulgar seu trabalho nas redes sociais, principalmente no TikTok, a jovem transformou essa atividade de lazer em uma forma de empreender. Hoje, ela faz sucesso com a encadernação de capas de livros que podem custar a partir de R$ 3 mil. Sua lista de espera já conta com mais de 11 mil interessados.
Confira a história completa aqui.
2. Fiesta Party Festa
Mariana Verceze, fundadora da Fiesta Party Festa
Thais Rocha
Fundado pela ex-psicóloga Mariana Verceze, de 40 anos, o negócio surgiu com o objetivo de atender à demanda por celebrações simples de montar e decorar em casa. Hoje, a empreendedora fatura R$ 400 mil por mês com um e-commerce de artigos para decoração de festas. O negócio foi construído ao lado do marido e sócio, Ricardo Mello, de 47 anos, que também é CEO das empresas Bellocopo e Bello Festas, fabricantes de descartáveis e artigos para festas, com forte presença no comércio atacadista.
Confira a história completa aqui.
3. Surpresa Tem Hora
Leni Kiyokwa e Joyce Passos, fundadoras da Surpresa Tem Hora
Divulgação
Juntas, as amigas Leni Kiyokwa, de 40 anos, e Joyce Passos, de 41, fundaram a Surpresa Tem Hora, uma empresa que surgiu no auge da pandemia de Covid-19 com uma proposta emocional. Inicialmente focada em criar momentos especiais, a empresa evoluiu para um negócio de brindes corporativos.
As caixas, que só podem ser abertas pelos destinatários na hora marcada, oferecem uma experiência única e surpreendente. Com um modelo dinâmico e criativo, que estimula o sentimento de surpresa em quem recebe o presente, o negócio faturou R$ 1,5 milhão em 2023.
Confira a história completa aqui.
4. Maria Carolina Clothing
A loja Maria Carolina Clothing vende em média 40 pedido por dia, tanto no atacado quanto no varejo
Divulgação
Com apenas R$ 50, Tuani Gelatti, de 30 anos, fundou uma loja de roupas especializada em blusas, regatas e croppeds. Técnica em Modelagem e Vestuário e em busca de uma renda extra, ela comprou retalhos de uma loja de malhas e começou a confeccionar roupas para si mesma. As peças fizeram sucesso nos corredores da faculdade, o que despertou o desejo da catarinense em abrir seu próprio negócio. Hoje, ela fatura R$ 45 mil por mês, com vendas no varejo e atacado, e divulga seus produtos para mais de 170 mil seguidores no TikTok.
Confira a história completa aqui.
5. Colado.Art
Paula Mesquita, fundadora da Colado.Art
Divulgação
Ao deixar uma multinacional em 2022, Paula Mesquita, de 31 anos, decidiu empreender com lambe-lambes — com o objetivo de oferecer decorações de interiores que refletissem a cultura do Brasil e, acima de tudo, que fossem fáceis de aplicar em qualquer ambiente.
A ideia de negócio surgiu após Mesquita reformar o quarto de visitas de seu apartamento e perceber as poucas opções de decoração disponíveis no mercado. A meta para os próximos anos é faturar R$ 1 milhão com as artes.
Confira a história completa aqui.
6. Negra Maria
Fernanda Maria Isaac é a dona da marca de moda sustentável Negra Maria, a qual atua na produção de peças em crochê
Divulgação
A jornalista Fernanda Maria Isaac, de 28 anos, sempre praticou crochê e tricô como hobbies. No entanto, foi durante uma aula de empreendedorismo na graduação em Jornalismo que ela percebeu que essa atividade, antes feita apenas por prazer, poderia também se tornar uma fonte de renda.
Hoje, sua marca, Negra Maria, vende bolsas, cestos, chaveiros, vasos e porta-canecas feitos a partir de fios de malha. O faturamento mensal da empreendedora varia entre R$ 3 mil e R$ 6.500, com uma média anual de R$ 48 mil.
Confira a história completa aqui.
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