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Após ser condenada a pagar US$ 50 milhões, Starbucks enfrenta novo processo por bebida quente derramada em cliente


Ação por negligência busca danos gerais e especiais não especificados, incluindo reembolso de despesas médicas passadas e futuras e perda de rendimentos A Starbucks enfrentou outro processo nesta quarta-feira por causa de uma bebida quente derramada, poucas semanas depois de um tribunal ter ordenado que a gigante do café pagasse US$ 50 milhões (cerca de R$ 282 milhões na cotação atual) a um homem ferido por uma xícara de chá. Uma ação judicial movida na Califórnia alega que Sabrina Michelle Hermes ficou gravemente ferida quando um líquido quente caiu em seu colo em um drive-thru em Norwalk, perto de Los Angeles, dois anos atrás.
O processo alega que um dos copos do pedido dela não estava devidamente preso quando foi entregue e que a bebida derramou em suas pernas, quadril, joelho e pés, causando ferimentos graves. A Starbucks “tinha o dever de exercer cuidado razoável na preparação, manuseio e serviço de bebidas quentes para evitar que elas derramassem e ferissem clientes como o autor”, afirma o documento.
A ação por negligência busca danos gerais e especiais não especificados, incluindo reembolso de despesas médicas passadas e futuras e perda de rendimentos. Um porta-voz da Starbucks disse à AFP na quarta-feira que a empresa contestará o processo.
“Estamos cientes das alegações da Sra. Hermes e acreditamos firmemente que elas não têm mérito. Estamos ansiosos para apresentar nosso caso no tribunal”, disse ele.
No mês passado, um júri de Los Angeles ordenou que a empresa pagasse US$ 50 milhões ao entregador Michael Garcia, que sofreu queimaduras quando uma bebida grande caiu em seu colo em um drive-thru.
Em 1994, uma decisão histórica contra o McDonald’s no estado americano do Novo México abriu um precedente para os americanos processarem empresas de fast-food: Stella Liebeck, de 79 anos, recebeu mais de US$ 2,8 milhões após derramar café quente em si mesma.
Embora a indenização tenha sido reduzida em apelação, o caso foi frequentemente citado como um exemplo da necessidade de reformar a lei de responsabilidade civil dos EUA.

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