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Amigos faturam R$ 1 milhão vendendo ‘pastel de capivara’ em Curitiba e iniciam expansão com franquias

Amigos faturam R$ 1 milhão vendendo ‘pastel de capivara’ em Curitiba e iniciam expansão com franquias


“Capistel” corresponde a 70% do faturamento da Pastenina The Capistel Place, empresa fundada por dois amigos em 2022 na capital paranaense Faz pouco mais de um ano que os amigos e sócios Alysson Wiinsch, 39 anos, e Robson Pawlak, 43 anos, resolveram dar um upgrade no negócio que tocam juntos em Curitiba, a loja de pastéis Pastenina. Para atrair mais público, eles resolveram homenagear um dos principais “cartões postais” da capital paranaense: a capivara. O pastel em formato do roedor hoje corresponde a 70% das vendas e impulsionou a expansão do negócio por meio de franquias. No ano passado, a loja faturou R$ 1 milhão.
Os amigos admitem que não criaram o formato, mas conseguiram dar uma nova “cara” para o “capistel”, como o produto é chamado. “Já existe, mas não era tão conhecido assim”, afirma Pawlak. O sucesso foi tanto que o item se tornou parte do nome da marca, que passou a se chamar Pastenina The Capistel Place. “Com a boa aceitação, decidimos não apenas incluir de forma definitiva no cardápio, mas fazer dele o nosso principal produto”, diz Pawlak. Neste ano, a projeção é que a receita ultrapasse R$ 1,4 milhão.
Os dois amigos já queriam empreender juntos havia muitos anos, e abriram a Pastenina em 2022, com a ideia de “gourmetizar” o pastel na região, oferecendo um produto premium, diferente do que era vendido na feira, por exemplo. De acordo com Pawlak, o investimento inicial foi de R$ 150 mil. “Precisávamos montar recheios diferenciados, então contratamos um chef que fez todo o nosso cardápio. Começamos com três sabores salgados e três doces e fomos testando”, conta.
Hoje, a Pastenina trabalha com 25 sabores doces e salgados, inclusive de pinhão, fricassé de frango e carne seca com panacota, além de opções veganas. Os pasteis tradicionais custam a partir de R$ 13, e os capisteis, a partir de R$ 15. O tíquete médio é de cerca de R$ 30 a R$ 40, e são atendidas em torno de 1,3 mil pessoas por mês, inclusive turistas, de acordo com o empreendedor.
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Apesar de o foco ser o menu de pastéis, quando decidiram franquear a marca, os sócios investiram em novos itens para aumentar o potencial de rentabilidade das unidades franqueadas. Pawlak diz que o produto carro-chefe tem apelo em finais de semana, feriados e ocasiões de passeio, mas era necessário trazer refeições mais completas para ajudar a engrossar o caldo do faturamento.
Alysson Wiinsch e Robson Pawlak, fundadores da Pastenina The Capistel Place
Divulgação
Assim, a loja também passou a oferecer macarrão no pote, no qual o cliente pode personalizar massa e molho, e açaí. “No início tivemos um pouquinho de dificuldade para acertar. Era uma pastelaria diferenciada, mas precisaríamos trazer mais algo para franquear”, diz.
A marca desenhou o negócio para ter fornecedores homologados dos insumos em todas as regiões. Dessa forma, os franqueados recebem os itens e produzem na loja.
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De acordo com o empreendedor, a ideia é levar o capistel para todo o país, mas também adaptar os formatos a mascotes locais, fazendo com que as franquias tenham potencial para apelo turístico regional. “Podemos fazer um formato de tubarão, em Santa Catarina, por exemplo, ou de caranguejo em Aracaju”, diz. O mesmo pode acontecer com os sabores regionais. “Quem sabe um pastel de acarajé na Bahia ou de açaí na Amazônia?”, diz.
Loja Pastenina faturou R$ 1 milhão vendendo “pastel de capivara” em Curitiba
Divulgação
O negócio foi lançado para franquia há cerca de três meses, e já há negociações em Curitiba, Londrina, Santa Catarina e São Paulo. A meta é chegar a cinco unidades até o final de 2024 e dobrar essa quantidade no próximo ano.
O investimento inicial é a partir de R$ 150 mil, e são dois formatos para crescimento: Smart, com área total de 40m², destinado a shoppings e centros comerciais; e Standard, com espaço de até 80m² e um catálogo maior de produtos (incluindo as refeições), destinado a lojas de rua. Este último é o principal foco da expansão no momento.
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